sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Carnaval de Caucaia 2010

O carnaval de Caucaia começou no sábado, dia 6, com o evento do Centro Popular de Cultura e Eco-cidadania (Cenapop), apresentado no Ponto de Cultura Maria Vem com as Outras, que organizou um espetáculo de resgate cultural, com apresentações musicais e exposição de artesanato.
As artesãs do Ponto de Cultura Maria Vem com as Outras fizeram uma exposição de artesanato, com peças criativas feitas por mulheres da região.
Na parte musical foram apresentados os jovens que fazem parte do Grupo Brigada da Natureza, cujas músicas são direcionadas à proteção ambiental dos manguezais. A dança folclórica foi apresentada pelo Maracatu Nação Caiçara em cortejo vindo da praça, seguido do Boi da Jandaiguaba e Grupo de Frevo de Iparana.
A festa continuou com a presença de secretários do governo municipal de Caucaia, representantes do Ministério da Cultura e da Secretaria de Cultura do Estado, artistas plásticos e pesquisadores, que se encantaram com as apresentações do bandolinista Macaúba e seu Geraldo do Repente, seguido de Babi Guedes e seus convidados.
O evento realizado no Cenapop contou com o apoio e incentivo da Secretaria do Turismo de Caucaia e a presença da secretária do Turismo do município, Flor de Liz, do secretário adjunto Fernando Holanda e, ainda, da coordenadora de marketing Zélia Lins, que analisaram as diversas oportunidades de inserir estas manifestações culturais do município como apelo para a visitação turística.

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Diário do Nordeste - Caderno de Turismo – 12 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Setor turístico aprova projeto do estaleiro

Estaleiro pode integrar-se a futuros projetos urbanísticos sem prejuízos
visuais, ao turismo e ao meio ambiente

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Representantes de 32 entidades e empresas ligadas ao turismo assistiram à apresentação do projeto Estaleiro Promar Ceará na manhã desta terça feira, (09/02) no Centro de Convenções Edson Queiroz. O presidente da Adece (Agência de Desenvolvimento Econômico do Ceará) Antônio Balhmann, junto ao secretário do Turismo Bismarck Maia, esmiuçaram detalhes do equipamento e sua importância para o desenvolvimento da economia cearense. Para Bismarck, um dos aspectos mais positivos da instalação do estaleiro é, pela primeira vez, pôr os problemas da região do Titanzinho e Serviluz em evidência. "Aquela região é historicamente esquecida e isto não pode continuar. Precisa de um arranjo econômico e apoio para o desenvolvimento da comunidade, da capacidade de empreender pequenos negócios a partir do estaleiro e de outros projetos paralelos. É uma oportunidade ímpar, não pelo estaleiro, mas por estar sendo objeto de discussão da sociedade".


Segundo o titular da Setur, a indústria naval pode ficar em harmonia com qualquer intervenção urbana que se faça na área, "oportunizando ainda a profissionalização e o surgimento de pequenos negócios de gastronomia, lazer e entretenimento ao redor, melhorando a qualidade de vida da população".
Balhmann também ressaltou que ügnenhum projeto essencial para a orla será  prejudicado, ao contrário, vai ser entregue uma área verde por trás do estaleiro para ser integrada a projetos futuros de integração da orla de Fortalezaüh. ügNão existe ameaça para o turismo. Ao contrário do que se pensa, o estaleiro não é na Praia Mansa, é por trás e não é obra tão
evidente que possa impactar visualmenteüh. Atribuiu ainda as críticas de alguns setores ao desconhecimento sobre o equipamento. "Há muita desinformação sobre essa questão. Este projeto não derruba nenhuma casa, gera 1,2 mil empregos diretos só na primeira fase, é uma obra no mar, utilizando uma área de que havia sido destinada para a ampliação do Porto do Mucuripe em 1995üh, afirmou Balhmann. Segundo o titular da Adece, o estaleiro terá o mesmo desenho aprovado pelos órgãos ambientais competentes na época e é uma indústria menos poluidora que o Porto do Mucuripe: ügtodas as questões já haviam sido previstas e as análises de impactos já estavam avançadas".
Outros aspectos positivos levantados foram o retorno imediato, já que o estaleiro, com capacidade para construir embarcações de 400 mil toneladas, parte de uma demanda real de oito navios gaseificadores para a Transpetro (subsidiária de logística da Petrobras) e o potencial de crescimento do empreendimento, que pode chegar a 5 mil empregos indiretos e com as possíveis ampliações, mais 1,5 mil a dois mil empregos diretos a mais. Para o diretor da ABIH (Associação Brasileira da Indústria Hoteleira) Régis Medeiros, a preocupação do setor justifica-se porque "aquela localização, apesar de abandonada, é muito nobre e já houveram várias discussões para instalar lá um equipamento ícone na cidade", mas reconheceu que foram apresentados "argumentos muito fortes". "Não podemos perder o estaleiro. Foi provado tecnicamente que não haveria muitos impactos e que a Ponta do Mucuripe é a melhor localização. Caso discordássemos, seria trocar o certo pelo duvidoso", afirma Medeiros.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Secretaria do Turismo do Ceará - SETUR